REENCARNAÇÃO E PROGRESSO

 

REENCARNAÇÃO E PROGRESSO

 

         Comentando as necessidades da reencarnação, anotemos alguns quadros da Natureza.

         O celeiro é a casa ideal das sementes.

         Aí se congregam todas, em saborosa intimidade, e quando semelhante reunião se delonga em demasia degeneram-se na essência, por ação de agentes químicos, tornando-se imprestáveis.

         Conduzidas, porém, ao replantio, embora padeçam solidão e abandono nas vicissitudes do solo, voltam de novo à glória da vida, em forma de verdura e flor, espiga e pão. 

         A gleba de calcário friável é, comumente, o refúgio de numerosos tratos de argila que aí descansam, às vezes por séculos, através de lentas modificações sem maior proveito, entretanto, se trazidos ao clima esfogueante do forno, materializam nobres sonhos do oleiro, atendendo a largas tarefas de utilidade em planos superiores.

         Além da morte física, pode a alma retemperar-se ao calor de afeições caras, condicionada ao campo de afinidades em que se lhe expressam emoções e desejos; todavia, superada a fase de justo refazimento, aparece a ociosidade que, se mantida, faz com que o Espírito por muito tempo se mantenha estanque, ante a luz do progresso.

         É por isso que a reencarnação se mostra imprescindível e inadiável.

         Determinado companheiro terá resolvido os problemas da sexualidade inferior, mas guardará consigo a febre de cupidez. Outro sentir-se-á liberado das tentações da usura, entretanto permanecerá em conflito com o vício da inconformação.  

         Alguém terá vencido o hábito da rebeldia sistemática, mas sofrerá em si mesmo o estilete magnético do ciúme. Esse e aquele amigo se revelarão livres dessa praga mental, contudo sustentam-se, ainda, algemados à vaidade infantil ou ao orgulho tirânico.

         E para que essas chagas ocultas sejam extirpadas de nossa alma, é imperioso que nos voltemos para o renascimento na arena física, onde encontraremos a adversidade naqueles que não pensam por nossas medidas, para que aprendamos a respirar nas dimensões da vida maior.

         Em nosso presente estágio de evolução, será preciso renascer, na terra ou noutros mundos que se lhe assemelhem, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, não somente no resgate dos erros e culpas do pretérito, em louvor da justiça, mas tambem no aperfeiçoamento de nós mesmos, em obediência do amor.

         Toda máquina algo produz vencendo a inércia pela força do movimento, e toda fonte que desistisse de caminhar, com receio de pedra e lodo, nada mais seria que a água parada na calmaria do charco.

         O mundo é, assim, nossa escola.

         A família consanguínea é o grupo estudantil a que pertencemos.

         O lar é a banca da experiência.

         Amigos representam explicadores.

         Adversários desempenham o papel de fiscais.

         Os parentes difíceis são cadernos de prova.

         O trabalho espontâneo no bem é o curso da iluminação interior que podemos aproveitar segundo a nossa vontade.

         E sendo Jesus o nosso Divino Mestre, a cada instante da vida a dificuldade ser-nos-á como benção portadora de preciosas lições.

 

 

 

Extraído do livro “Religião dos Espíritos”,

Pelo Espírito Emmanuel

Médium: Chico Xavier

 

 

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15 respostas para REENCARNAÇÃO E PROGRESSO

  1. ABRAHÃO RIBEIRO disse:

    REENCARNAÇÃO, o renascer de novo
    “princípio da Natureza Cósmica”

    Algumas reflexões respeitáveis para discernimos o raciocínio lógico de causa e efeito que rege a programação da Vida.
    – Crês em Deus? Ser Supremo que reina sobre toda a Natureza cósmica: material e imaterial, visível e invisível?
    – Acreditas que no interior do ser humano exista uma essência indivisível, que denominamos de alma ou espírito, e comanda todos os sentidos e sentimentos, e que sobrevive para além do falecimento dos órgãos físicos?

    Ou, admites que a Vida seja apenas um impulso acidental de forças geradoras, destituídas de racionalidade e organização?
    – As leis da Natureza instituídas pelo Criador da Vida, que regem a existência dos seres, são perfeitas? Expressam Justiça com equidade? Revelam Sabedoria equilibrada com Amor? São Inteligentes e extremamente progressistas?

    Ou, toda essa providência inexiste, e tudo é apenas um mero jogo fortuito de energias do acaso? No qual os seres nascem, crescem, se desenvolvem tal qual um fruto que brota num caule de uma planta qualquer, e depois morrem sem nenhuma ascendência de causa inteligente que tenha programado racionalmente a existência desses seres?
    – Como entender as causas das desigualdades intelectuais e morais dos seres humanos, durante o transcorrer das eras terrestres?

    – Como entender os contrastes individuais da personalidade: O amor e o ódio? O bem e o mal? O saber e a ignorância? O instinto selvagem e a espiritualidade angelical? O pecado e a santidade? O vício e a virtude?

    – Qual a causa lógica da origem dessa fase que designou a existência de povos embrutecidos no conhecimento? E, em virtude do seu pouco desenvolvimento racional, viviam em extrema ignorância. A Ciência comprova as suas existências primitivas no período paleolítico, analisadas na pré-história terrestre e denominadas como: “povos das cavernas”.

    – Para onde foram, após a morte física, aquelas almas que encarnaram naqueles corpos e que vivenciaram a fase das cavernas? Qual a destinação, que finalidade alcançou suas consciências, após aquela experiência primitivamente rude? Sucumbiram no caos da inconsciência total? Ou, continuaram progredindo em novas etapas de programação existencial?

    – Sem a compreensão racional da reencarnação teríamos que admitir a força cega do acaso dirigindo os destinos dos povos. A civilização moderna, que se beneficia de altos valores tecnológicos e leis civis cada vez mais humanizadas do que as civilizações primitivas estariam desfrutando de privilégios na ordem da Criação? Principio que seria inaceitável com a mais leve noção de Justiça perfectível em Deus. Tudo, enfim, teria se desenvolvido sem nenhuma Providencia organizadora que orientasse os seus destinos?

    – No entanto, sob a lei natural da reencarnação, como seja das vidas sucessivas, esses povos selvagens revestidos de matéria física e que vivenciaram experiências em eras remotas, acima de qualquer definição – são seres; almas que estão sendo criadas com um objetivo divino: o desenvolvimento da inteligência no aspecto intelectual e moral. Existiram povos das cavernas? Sim; porque essas almas eram pouco desenvolvidas e nasciam nos meios ambientais propícios aos seus adiantamentos, até desabrochar em suas consciências os princípios da civilização. Na verdade, todos nós, coletivamente, é que habitamos nesses corpos das eras das cavernas, em corpos selvagens, em corpos do período da barbárie, em corpos dos tempos medievais, em corpos da era colonial… Hoje, na atualidade, novamente, nossas almas revivem outras experiências mais civilizadas com o objetivo superior de alcançar a espiritualidade angelical nos sentidos intelectual e moral.

    E qual a razão de ainda existirem na Terra almas selvagens, e semi-civilizadas? Existem pelo fato de que DEUS, o Criador, jamais deixou de criar e recriar seres.

    – Sob a luz educadora da reencarnação da alma, no cenário da existência terrestre, abre-se perspectiva grandiosa de oferecer aos seres diversas fases de aprendizado ou provas, com a finalidade das criaturas alcançarem a perfeição, que os dirige com justiça, sabedoria e amor para o plano divino. Nesta grandeza, o que representaria 100 anos de provas no mundo terrestre em se comparando com a glória da vida eterna? Sem o elo da reencarnação isto é, das vidas sucessivas que o ser espiritual atravessa nos mundos materiais com o objetivo de conseguir o aperfeiçoamento mental para a Vida celestial, jamais compreenderíamos a Justiça Divina que governa os Céus, com sabedoria e onipotência.

    Nestes raciocínios lógicos estudamos a reencarnação sob os aspectos da filosofia, da ciência, da justiça, da religião, e da revelação à luz e racionalidade dos ensinamentos da Bíblia sagrada

    Obras para estudo:
    Bíblia sagrada, edição João Ferreira de Almeida, e Pe. Antonio Pereira de Figueiredo;
    Livro CÉUS autor: Abrahão Ribeiro
    Intensivo de Difusão Espiritualidade, ide
    http://vozqclamabr.blogspot.com/

  2. ABRAHÃO RIBEIRO disse:

    INTERCAMBIO ESPIRITUAL

    Jesus ensinou e comprovou que a morte física não finaliza a existência e sentimentos do ser (vide ensinamento no evangelho de Lucas 16. 19 a 31).

    E APROVOU PELAS ATITUDES E ATOS:

    1) A continuação da vida espiritual em outras dimensões do Universo…

    2) Conversou no monte Tabor, na presença dos apóstolos, com os espíritos Moisés e Elias (profetas do Antigo Testamento que viveram, na Terra, há mais de mil anos antes da era cristã) (Mateus 17. 1 a 13)

    3) Pregou a boa nova de amor, paz e perdão até para os “espíritos em prisões” na dimensão extrafísica do Astral, os quais vagavam em trevas desde o período diluviano (cerca de 5000 anos antes da era cristã). Em outras palavras: as almas das pessoas que viveram na Terra, desde a época de Nóe, e que já eram falecidas na existência carnal, e que estavam errantes em trevas no plano astral (I Pedro 3. 18 a 20) (I Pedro 4. 6)(Efésios 4. 8 a 10)

    4) Restabeleceu o equilíbrio mental de pessoas que sofriam perturbações espirituais. E também conversou caridosamente com a legião de demônios que promoviam o assédio ao habitante de Gadara, interpelando amigavelmente seus nomes e, sem repreendê-los à dimensão infernal e até atendendo os seus desejos impuros, sugestionando-lhes condições de arrependimento de seus atos ofensivos (Lucas 8. 26 a 35).

    5) Proporcionou a aparição coletiva de vários espíritos dos antepassados, e que ressurgem no tempo comprovando a sobrevivência do ser em outras dimensões da vida após a morte física do corpo carnal (Mateus 27. 51 a 53)

    6) Com a era cristã, são chegados os tempos, em que os mortos podem ouvir a voz do Cristo de Deus, e os que a ouvirem reviverão… (João cap. 5 vers 25)

    7) Que ouçam os descrentes: Deus não é deus dos mortos, mas dos vivos… da Terra, assim como do Além túmulo (Mateus 22. 31 a 32)

    8) E a morte espiritual, significa: estagnação, sofrimento, expiação, trevas… A criatura permanecer desmembrada dos sentidos do bem estabelecidos na ordem da Criação, e enveredar em atividades maléficas que corrompem os sentimentos e promove a desintegração nos centros de forças da alma (Apocalipse 2. 11 e 20. 14). E para o ser não decair definitivamente no caos do inferno em sua consciência espiritual… Bem melhor é ao ser retornar à existência material, por meio da reencarnação da alma, destituídas dos órgãos que foram motivos de desacertos em sua vida pregressa, e assim reajustar-se perante os valores da Vida Eterna (Mateus 18. 7 a 9).

    9) Se alguma instituição religiosa admite em seus dogmas que a morte física é a extinção integral dos sentidos da vida, essa congregação é OPOSTA aos princípios imortais evangélicos (vide orientação de Jesus Mateus 7. 13 a 28 e, 15. 13 a 14 e Lucas 8. 16 a 18). Recomendou o Senhor: Não temais os que matam o corpo e não podem matar a Alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a Alma e o corpo (Mateus 10. 28)

    do livro Boa Nova Celestial, autor Abrahão Ribeiro
    Intensivo de Difusão Espiritualidade – ide
    http://vozqclamabr.blogspot.com/

    • jeflemos disse:

      Caro amigo Abrahão Ribeiro obrigado pela sua contribuição enriquecendo os posts com os seus comentários. Gostaríamos apenas de acrescentar alguns esclarecimentos para o melhor entendimento dos irmãos leitores do blog.
      O lendário dilúvio bem como os seus personagens, Noé e seus parentes, são resquícios de mitologias sumerianas, que foram incorporadas a tradição hebraica e que Pedro acreditava serem relatos verdadeiros. Assim, ao revelar as andanças de Jesus nos planos espirituais (palavra Sheol utilizada no original e traduzida muitas vezes por inferno era apenas a morada espiritual dos mortos, para onde iam tanto os bons como os maus) a fim de levar a sua luz aos espíritos de homens desencarnados ainda presos nas amarras da ignorância. Desse modo, Pedro no seu relato julgava serem aqueles antigos antediluvianos da sua tradição. Mas, tirando o mito do dilúvio, o importante é que Pedro exprime nesta passagem a sua crença na imortalidade e consciência da alma após a morte.
      Quanto às palavras “Plano astral e corpo astral” muito utilizadas no esoterismo, o Espiritismo não as utiliza, visto que astral remete a astros e traduzindo seria mais ou menos como o corpo dos astros e plano dos astros?! Preferimos o vocábulo “períspirito” criado pelo codificador Allan Kardec formado por Peri = Prefixo Grego, que significa: ‘em torno de’, envoltório, perisperma + espírito = envoltório do espirito, o que exprime de maneira mais exata a ideia de um corpo espiritual ou corpo dos espíritos e plano espiritual em vez de utilizar plano astral, exprimindo as dimensões espirituais (ou extrafísicas) que envolvem o nosso orbe.
      E por fim, os demônios para a doutrina espirita são apenas espíritos humanos que ainda permanecem apegados as suas imperfeições e só com o tempo virão a modicar-se, geralmente pela dor, e seguir o caminho do bem, como ressaltou muito bem nosso irmão: “sugestionando-lhes condições de arrependimento de seus atos ofensivos”.

      Que a paz esteja com você irmão Abrahão, um abraço!

      • ABRAHÃO RIBEIRO disse:

        Caríssimo companheiro de ideal que elucidou esses comentários, esses anotações de conhecimentos bíblicos geralmente utilizo-os para ampliar horizontes da espiritualidade, usando os termos já propostos em várias épocas mencionadas nesses estudos.

        Lógico que o apóstolo Pedro ao exprimir o trabalho de evangelização cristã aos espíritos em prisão no Além, imaginou que eram as almas do período bíblico de Noé (I Pedro 5. 18 a 19). O Importante que extraímos nesta passagem: é a imortalidade da alma e o trabalho de iluminação às consciências desencarnadas; contradizendo assim o dogma bíblico teológico que é difundido por vários Pastores em diversas Igrejas da atualidade: a condenação irrevogável da alma após a morte física do homem, caso não tenha aceitado a Jesus na vida física.

        Plano Astral e corpo astral… Nas casas espíritas estritamente ligadas às Federações Espíritas não são termos aplicados, porque segundo o próprio Kardec em o Livro dos Médiuns há 4 (quatro) classes de espíritas: espíritas experimentadores, espíritas imperfeitos, espíritas exaltados, espíritas cristãos, e aqui acrescentamos uma quinta classe de espíritas que está se formando: os kardecistas… PORÉM no mundo dos espíritos, iluminados mentores aprovam os termos das idéias universalistas: Plano Astral, como referência também à vida extrafísica nas esferas espirituais, estudar obras: Filosofia Espírita, XX volumes comentários em torno do Livro dos Espíritos/Allan Kardec, Editora Espírita Cristã Fonte Viva e também obra: No Mundo Maior, que narra a vida nos planos espirituais, psicografia Francisco Candido Xavier, onde refere-se claramente ao Espiritualismo, citando-o como o Consolador nos tempos modernos, ao invés de Espiritismo… Concluindo: de onde é retirado o períspirito para revestir o espírito? Questão 95 de O Livro dos Espíritos, resposta: do fluido universal de cada globo, ou seja: ASTRO, razão pela qual não é idêntico em todos os mundos.

        Quanto aos demônios: são as almas humanas no plano espiritual extremamente arraigadas à maldade, mas suscetíveis de se libertarem e também se transformarem em espíritos do bem.

        Demônios: são os nossos sentimentos maléficos necessitados de purificação no fogo subjetivo das expiações e provas.

        Intensivo de Difusão Espiritualidade – i d e
        http://vozqclamabr.blogspot.com/

      • jeflemos disse:

        Caro irmão Abrahão, as elucidações foram necessárias para o esclarecimento dos visitantes não espíritas e ou iniciantes visando a melhor compreensão dos vossos comentários.
        Quanto aos termos “plano astral e corpo astral” já anotados por mim nos esclarecimentos, mantenho a mesma opinião. Respeitamos os conceitos utilizados pelo Espírito Miramez da obra “Filosofia Espírita” bem como as ideias dos espíritos que participaram dos Estudos de André Luiz nos livros de Chico. Gosto muito desses dois autores e os leio.
        Todavia, sabemos que os espíritos têm suas opiniões particulares porque são seres humanos, apenas estão despojados dos invólucros carnais. Assim sendo, suas opiniões devem ser respeitadas, porém não acatadas irrefletidamente. Plano astral realmente refere-se aos astros de um modo geral e aos planetas em especial, os planos espirituais são a contraparte extrafísica dessas esferas físicas [1]. No entanto, tambem sabemos que, em determinada etapa evolutiva, o espirito não mais necessita estar vinculado a um orbe tornando-se cidadão do universo. Dessa forma, a palavra “plano espiritual ou extrafísico” tornam-se mais abrangentes do que simplesmente plano astral.
        O mesmo raciocínio utilizamos para Períspirito já que “corpo astral” se liga especificamente ao corpo espiritual dos espíritos ligados a um orbe, por isso não são iguais, diferenciando-se de acordo com a matéria de cada globo, ao passo, que períspirito refere-se ao “involucro ou corpo do espírito” podendo-se estender essa palavra ao conjunto dos diversos corpos espirituais do ser, que de acordo com Miramez são vários, esteja o espirito ligado ou não a um planeta. Logo, é um termo muito mais abrangente lógico e cientifico. Outros sinônimos de períspirito adotados por André Luiz foram “corpo extrafísico e psicossoma” [2] que, com alguma reserva ainda atendem melhor a razão do que corpo astral. Aliás, o próprio André nunca deixou de utilizar-se do termo criado por Kardec em suas obras [3].
        O interessante é que o espírito Miramez comentando a própria questão 94 de o livro dos espíritos a que você se refere [4] não se reporta ao termo corpo astral e somente utiliza Perispírito. Pode até ter usado -corpo astral- em outros comentários, mas Perispírito tem sempre a preferência lógica.
        Quanto ao Espiritismo como o consolador prometido isto está exaustivamente claro nas obras básicas da doutrina e na opinião de muitos outros espíritos como, por exemplo, Emmanuel o mentor espiritual de Chico:

        “- Devemos reconhecer no Espiritismo o Cristianismo redivivo?
        – O Espiritismo evangélico é o consolador prometido por Jesus, que, pela voz dos seres redimidos, espalham as luzes divinas por toda a terra… [5]”

        O espiritualismo envolve todas as crenças que acreditam na imortalidade da alma, o Espiritismo assim, tambem é uma doutrina espiritualista, algumas vezes tambem chamado de neo-espiritualismo, mas, com o diferencial de ser libertador, não se utilizando de superstições, misticismos e idolatrias, como acontece na maioria das religiões e doutrinas espiritualistas:

        “- O Espiritismo veio ao mundo para substituir as outras crenças?
        – (…) O Espiritismo não pode guardar a pretensão de exterminar as outras crenças, parcelas da verdade que a sua doutrina representa, mas, sim, trabalhar por transforma-lhes as concepções antigas para o clarão da verdade imortalista. [6]”

        Assim, não é por um amálgama doutrinário formado de crenças e superstições alheias à doutrina, como querem muitos ditos “universalistas” que o espiritismo cumprirá a sua missão transformadora, mas, pelo esclarecimento que poderá levar a essas crenças ainda apegadas ao supérfluo religioso. O Espiritismo ou o novo espiritualismo assimilará os conceitos vindos de outros espiritualismos desde que sejam racionais, coerentes e científicos e não seguindo a vontade dos apressadinhos de plantão, o verdadeiro universalismo é o do amor e da tolerância e não da cumplicidade no erro, acredito que seja nesse sentido que o espiritualismo tambem será o Consolador, quando banhado pelos conceitos Espíritas.

        Um forte abraço!

        [1] Evolução em dois mundos – capítulo XIII, Esferas Espirituais.
        [2] idem – capítulo II, Centros vitais.
        [3] Entre a terra e o céu – capítulo XX.
        [4] http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/fev2q94c.html
        [5] O Consolador – Questão 352.
        [6] idem – Questão 353

      • ABRAHÃO RIBEIRO disse:

        retificando número correto da questão do Livro dos Espíritos/Allan Kardec, lê-se portanto, questão 94

      • FILOSOFIA ESPÍRITA – VOLUME II

        Questão 85 comentada

        CAPÍTULO 34
        0085/LE
        O MUNDO PRINCIPAL

        Dos dois mundos a que nos referimos, o principal é, pois, o espiritual, que preexiste e sobrevive a tudo. Ele é constituído de matéria rarefeita, capaz de resistir aos impactos da própria natureza. Há pessoas que não entendem a moradia dos Espíritos, por estarem encarnadas, e o contacto com a matéria os faz esquecer o plano que existe na dimensão do Espírito.
        Os luminares que ditaram O Livro dos Espíritos, disseram que os Espíritos povoam o espaço infinito, dando início a uma nova era de conhecimento sobre o mundo espiritual. No entanto, sendo o espiritismo uma filosofia religiosa e científica, elástica, adotando o progresso como necessidade para a paz de todas as criaturas, a sua revelação é contínua. Os Espíritos Superiores sopram onde quer que seja, trazendo novos ensinamentos e desvendando novos segredos sobre aquilo que existe no mundo espiritual. E bom que se observe quantas notícias já chegaram à Terra depois da codificação da Doutrina dos Espíritos, em uma seqüência grandiosa, e esses ditados estão sendo supervisionados pelos luminares encarregados de falar com os homens, pelos processos da mediunidade, fenômenos que, embora sejam de todos os tempos, evidenciam-se cada vez mais.
        Existem, portanto, no plano espiritual, cidades, colônias, edifícios e casas de todos os tipos, de conformidade com as necessidades espirituais, destacando os motivos educacionais de todos os seres. E ainda existem outras coisas, que somente o tempo poderá revelar, obedecendo às necessidades dos Espíritos que se reúnem, por sintonia, nesses lugares abençoados. Tudo que se faz nesses sítios de luz é por ordem da Divina Sabedoria, e usa-se a mesma matéria, de forma diferente da que se aplica na Terra, por ser ela rarefeita e obediente aos pensamentos, capazes de movimentá-la com toda a maestria, dando-lhe tonalidades que se desejar e construindo as moradias que se lhe convierem. Existem igualmente jardins, lavouras etc.. Também existem REGIÕES NO ASTRAL onde se congregam os animais fora da forma física, que também são utilizados como se usa na Terra, para que eles sintam a presença do Espírito, e destes absorvam algo que lhes sirva para o próprio despertamento. No entanto, nem todos são usados nos trabalhos; depende do estágio de cada um e de cada espécie.
        Não se tenha dúvidas de que estamos mais próximos dos homens do que eles pensam. Trabalhamos e vivemos no seio da humanidade, contudo, temos a nossa moradia, onde a vida manifesta mais vida e onde o amor se expressa com maior discernimento, desde quando despertemos para Cristo.
        Existem PLANOS ASTRAIS INFERIORES, com as mesmas características da Terra e muitos deles bem mais inferiores, Também ali se reúnem Espíritos com seus iguais. Se queremos boas companhias, tornemo-nos bons; se buscamos luz, façamos claridades dentro de nós, se desejamos amor, esforcemo-nos ara amar. Eis ai a chave da vida: a nossa felicidade depende de nós, porque Deus já fez a Sua parte a nosso favor. O mundo espiritual é a nossa morada eterna; a física é transitória, como sendo estágio que buscamos para o nosso despertar.
        Deus separou um mundo do outro, para o nosso bem, mas, nos dotou de dons capazes de atingir um e outro plano, no sentido de conhecermos, e a vida nos tornar cheia de esperança. Ninguém pode negar em sã consciência que existe outro mundo extra-físico. Hoje, até os chamados materialistas já confirmam a existência da anti-matéria, que não deixa de ser o prenuncio do anti-mundo, o mundo espiritual. Basta descobrir que o mundo material é pálida cópia deste mundo da verdade, que todos deverão conhecer, ou reconhecer, sentindo assim a presença de Deus em toda parte e a força de Jesus Cristo no coração.

        Livro dos Espíritos comentado pelo espírito Miramez

        VOZQCLAMABR
        Intensivo de Difusão espiritualidade – I D E

    • à atenção de nosso irmão JEFLEMOS

      CORPO ASTRAL

      O perispírito não tem forma definitiva, mas tem forma relativa com o ambiente onde foi criado. O homem, ou mesmo o Espírito desencarnado, conhecedor dessas verdades, passa a educar a mente, usando todos os recursos possíveis. É pelos pensamentos que nascem as ideias, e são elas que determinam a qualidade do Espírito e o plano em que ele vive na escala dos seres.

      Os impulsos inferiores desqualificam os sentimentos, enervando as energias sublimadas e tornando-as em magnetismo inferior, de sorte a pesar a carga vibratória e endurecer as sensibilidades do CORPO ASTRAL, que serve ao Espírito como carro de condução, e ele, animalizado, torna-se pesado e de difícil manejo, é qual o animal lerdo que, mesmo sob os mais drásticos açoites, ainda é insensível ao comando. A Doutrina dos Espíritos, sob a influência do Cristo, vem nos ajudar a sair desse letargismo primitivo e alcançar o despertamento, dos dons espirituais, de maneira a nos libertar da escravidão da ignorância.

      FILOSOFIA ESPÍRITA – VOLUME II

      Questão 95 comentada
      CAPÍTULO 44
      0095/LE
      O PERISPÍRITO TEM FORMA?
      O Livro dos Espíritos comentado pelo Espírito Miramez

      obs: não devemos nos prender aos ideologismos da letra, mas buscar a universalidade nos conhecimentos

      Questões Comentadas – O Livro dos Espíritos Comentado …
      http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/questoes.html

  3. ABRAHÃO RIBEIRO disse:

    VOZ Q CLAMA

    O “Ser espiritual” é essência principal nos planos físicos da vida universal e que sobrevive ao falecimento orgânico.

    Na crosta dos mundos materiais encarna em humanidade;

    Nos espaços astrais irradia em espírito;

    Nas estrelas se transmuta em anjo;

    E nas Galáxias ordena o corpo estrutural da infinita Criação de Deus.

    O nipotente
    V ida
    N atureza
    I ntergaláctica

    “ O Espiritualismo, nos tempos modernos, não pode restringir Deus entre as paredes de um templo da Terra, porque a nossa missão essencial é a de converter toda a Terra no Templo augusto de Deus ” mensagem mediúnica do livro: No Mundo Maior, Francisco Candido Xavier

    Intensivo de Difusão Espiritualidade – i d e
    http://vozqclamabr.blogspot.com/

  4. ABRAHÃO RIBEIRO disse:

    REENCARNAÇÃO, Jesus universaliza

    “Na verdade, na verdade te afirmo: que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus. Aquele que não renascer por meio da Água e do Espírito, não pode entrar no Reino dos Céus. Necessário vos é nascer de novo. – Jesus (João 3. 1 a 12)”
    Confirma a Biologia: que sem o componente Água não haveria vida material ativa na Terra; dois terços de Água constitui a estrutura terrestre; e desempenha variadas funções nos sistemas vivos; representando no corpo humano 95% na fase infantil e no período adulto 75% dos órgãos, tecidos, células e fluido sangüíneo, até os elementos químicos e suas reações estão na água dissolvidos.
    A Água segundo as Escrituras sagradas:
    Em especial para a aliança hebraica estabelecida no Antigo Testamento através de seu grande legislador Moisés, a substância Água era considerada o princípio primitivo da natureza material, o elemento formador dos reinos animal e vegetal; por isso toda a Ciência antiga, assim também como os Profetas acreditavam e ensinavam que a Água era a fonte geradora absoluta da vida na Terra, lê-se em (Gênesis 1. 2): a Terra era sem forma e vazia, tudo era caos, mas o Espírito de Deus movia a face das Águas… E a criação da vida animal, primeiramente, surgiu nas Águas (Gênesis 1. 20). Ou seja, a luz e inteligência do Divino Espírito Criador trabalhando os elementos primordiais da matéria orgânica nas moléculas das águas, e organizando a estrutura do mundo terrestre para nele germinar o crescimento da vida física. Portanto, segundo as Escrituras sagradas, a Água representa a força natural da matéria viva, assim como o Espírito identifica a natureza inteligente do ser. Eis o que afirma a Ciência: a vida no planeta Terra começou no seio dos mares.
    A matéria Água segundo os ensinamentos de mestres da antiguidade:
    Os egípcios que escravizaram o povo hebreu (ancestrais dos judeus) por 4 séculos antes de Moisés. Já ensinavam por volta dos anos 1.600 a 1.200 antes do Cristo, que a Água era a substancia responsável pela vida orgânica, rezam os papiros egípcios: No inicio era Água, massa liquida primordial, em cujas infinitas profundezas flutuavam confusos os germens de todas as coisas.
    Os gregos que também tiveram a sua participação na cultura judaica-cristã, pois foram colonizadores da Judéia por longos séculos antes do Cristo; e os Evangelhos foram, primeiramente, escritos na linguagem grega. E vários filósofos gregos que inspiraram os Pais da Igreja primitiva, concluem que a Água é a matéria prima do Cosmo: O Oceano é o progenitor dos deuses… (Homero; Ilíada). E no começo existia somente a Água que se endureceu, formando a Terra… (Damascio). Jura aos deuses pela Água, a essência de todas as coisas, progenitora das gerações (Aristóteles)
    Por isso Jesus foi claríssimo com Nicodemos chamando a sua atenção: Como ele doutor em religião no reinado de Israel desconhecia ensinamentos de outros mestres da antiguidade? A palingênese, ciclo dos nascimentos sucessivos do espírito na matéria orgânica – água. É racional que o Divino Mestre estava se referindo a alguma coisa concreta que já era do conhecimento de crenças de vários povos antigos: a reencarnação.
    O Apóstolo João, o mesmo que relatou o encontro secreto de Nicodemos com Jesus, para testificar esta verdade sobre a natureza da substância Água reafirma em (I João 5. 8): Três são os elementos da vida material na Terra: o Espírito, a Água e o Sangue.
    Isto é, o espírito que é a inteligência etérea;
    A água que significa o elemento material orgânico;
    E o sangue o potencial energético, fluido vital das células, também fórmula aquosa.
    E o mesmo Apóstolo (em I João 5. 6), querendo comprovar que Cristo em espírito e verdade sofrera a encarnação real no plano físico terrestre, nos diz: “Este é aquele que veio por água e sangue”… Ou seja, pelo poder do espírito, e também por meio da força da matéria viva: água e sangue.
    Assim de acordo os ensinamentos espiritualistas de diversos povos da antiguidade: hebreus, egípcios, gregos, chineses e hindus. O Evangelho do Cristo confirma o principio universal dos renascimentos sucessivos da criatura na existência material através das forças naturais elementares: Água que representa a matéria prima que contém as substâncias químicas que formam os organismos físicos dos seres vivos. E do Espírito que significa: ânimo, vida – o foco imortal do Criador na criatura. Pois através desta ação e reação a consciência espiritual cresce interiormente em amor e sabedoria alcançando a perfeição celestial da razão divina, passando por vários planos conscienciais de evolução: reino animal, reino hominal, reino espiritual, reino angelical e finalmente, o reino divino do espírito.

    Bíblia sagrada, edições: João Ferreira de Almeida;
    Pe Antonio Pereira de Figueiredo
    do livro CÉUS, autor Abrahão Ribeiro

    http://vozqclamabr.blogspot.com/
    Intensivo de Difusão Espiritualidade

    Estudos da REENCARNAÇÃO nas escrituras sagradas da Bíblia

  5. Perispírito, ou corpo espiritual e sua constituição segundo o Livro dos Espíritos, Allan Kardec, editora FEB

    Questão: 94 De onde o Espírito tira seu envoltório semimaterial?

    Resposta: Do fluido universal de cada globo. É por isso que não é igual em todos os mundos. Ao passar de um mundo a outro, o Espírito muda de envoltório, como trocais de roupa.

    Globo significa Astro, logo se relacionamos a vida nas esferas espirituais e considerarmos um grande plano da Criação para além da existência material, e figurarmos esse plano à existência extrafisica que se desenvolve no seio etéreo dos astros… É apenas questão de palavras… é a mesma figura de linguagem que Jesus utilizou para as moradas na Casa do Pai.

    Quem tiver ouvidos para ouvir, certamente compreenderá.

  6. O perispírito não tem forma definitiva, mas tem forma relativa com o ambiente onde foi criado. O homem, ou mesmo o Espírito desencarnado, conhecedor dessas verdades, passa a educar a mente, usando todos os recursos possíveis. É pelos pensamentos que nascem as ideias, e são elas que determinam a qualidade do Espírito e o plano em que ele vive na escala dos seres.

    Os impulsos inferiores desqualificam os sentimentos, enervando as energias sublimadas e tornando-as em magnetismo inferior, de sorte a pesar a carga vibratória e endurecer as sensibilidades do CORPO ASTRAL, que serve ao Espírito como carro de condução, e ele, animalizado, torna-se pesado e de difícil manejo, é qual o animal lerdo que, mesmo sob os mais drásticos açoites, ainda é insensível ao comando. A Doutrina dos Espíritos, sob a influência do Cristo, vem nos ajudar a sair desse letargismo primitivo e alcançar o despertamento, dos dons espirituais, de maneira a nos libertar da escravidão da ignorância.

    FILOSOFIA ESPÍRITA – VOLUME II

    Questão 95 comentada
    CAPÍTULO 44
    0095/LE
    O PERISPÍRITO TEM FORMA?
    O Livro dos Espíritos comentado pelo Espírito Miramez

    obs: não devemos nos prender aos ideologismos da letra, mas buscar a universalidade nos conhecimentos

  7. Caro companheiro JEFLEMOS realçastes em vossos argumentos: O interessante é que o espírito Miramez comentando a própria questão 94 de o livro dos espíritos a que você se refere [4] não se reporta ao termo corpo astral e somente utiliza Perispírito. Pode até ter usado -corpo astral- em outros comentários, mas Perispírito tem sempre a preferência lógica.

    Obs: preferência lógica para companheiros estritamente ligados aos formalismos da letra… Mas, devemos respeitar o entendimento das pessoas e dos credos sem querer demonstrar superioridade em conhecimentos. Aliás esse entusiasmo deslumbrante de adeptos do Espiritismo de achar que somente no espiritismo está a verdade irrestrita é próprio de espíritas exaltados, conforme frisou Kardec em o Livro dos Médiuns , cap III, item 4

    USOS DO TERMO PLANO ASTRAL POR MIRAMEZ

    No ASTRAL INFERIOR, as almas ali se encontram ainda materializadas e os processos sexuais são compatíveis com os da Terra, por vezes passando à luxúria, com práticas que os homens da mesma esfera copiam e transmitem para os sequiosos da animalidade nos caminhos da Terra. Há pureza de sentimentos somente para os Espíritos puros, onde as leis naturais vigoram em todo o seu esplendor. Para constatar o que falamos, pode-se observar os sonhos de muitas pessoas em regiões inferiores, usando e abusando do sexo como se estivessem no próprio corpo.

    FILOSOFIA ESPÍRITA – VOLUME IV

    Questão 200 comentada
    CAPÍTULO 47
    0200/LE
    SEXOS DOS ESPÍRITOS

  8. PERISPÍRITO OU CORPO ASTRAL

    NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE, André Luiz, psicografia Francisco Candido Xavier

    Estudo do capitulo 11 Desdobramento em serviço, página 98

    Trechos do estudo

    – Com o auxilio do supervisor, o médium foi convenientemente exteriorizado. A princípio, seu PERÍSPIRITO ou “CORPO ASTRAL” estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto como sendo o “duplo etérico”, formado por emanações neuropsíquicas…

    Nota: é bom estudarmos sempre para ampliar os conhecimentos com simplicidade, e sem querer aparentar superioridade que somos os “sabichões” em matéria de Espiritismo, que por sinal é vastíssimo o seu campo de atuação.

    • jeflemos disse:

      Querido amigo Abrahão Ribeiro, em primeiro lugar os espíritas não consideram o Espiritismo como sendo a verdade absoluta em matéria de religião. Nisso é que está a beleza da doutrina, pois não importa a crença que cada pessoa segue, mais o que ela faz de bom para o próximo. Todavia, a proposta da Doutrina Espírita é libertadora, afastando as mentes apegadas a diversos tipos de superstições, idolatrias… Que encarceram as consciências. Sem, no entanto desejar predominar diante das demais crenças.
      Sobre a questão do corpo astral ou períspirito, parece-me que o irmão errôneamente acredita que o confrade que aqui escreve este comentário estava rebatendo suas opiniões por vaidade, pelo menos é o que o irmão dá a entender:

      “Nota: é bom estudarmos sempre para ampliar os conhecimentos com simplicidade,e sem querer aparentar superioridade que somos os “sabichões” em matéria de Espiritismo, que por sinal é vastíssimo o seu campo de atuação.”

      “Obs: preferência lógica para companheiros estritamente ligados aos formalismos da letra… Mas, devemos respeitar o entendimento das pessoas e dos credos sem querer demonstrar superioridade em conhecimentos. Aliás esse entusiasmo deslumbrante de adeptos do Espiritismo de achar que somente no espiritismo está a verdade irrestrita é próprio de espíritas exaltados, conforme frisou Kardec em o Livro dos Médiuns , cap III, item 4”

      Caríssimo, este blog visa levar o entendimento da doutrina espírita e da Bíblia de maneira que possa ser compreendida por todos os visitantes da maneira mais clara possível. Sempre procuro me colocar do ponto de vista daquele internauta novato em matéria de espiritismo. Assim sendo da primeira vez que o irmão Abrahão postou um comentário eu procurei justamente esclarecer os visitantes sobre pontos bíblicos que não são considerados verdadeiros pela doutrina, precisamente para que não pensem que o espiritismo os endossa como o diluvio, por exemplo. Lembra-se quais foram as minhas palavras iniciais: “Caro amigo Abrahão Ribeiro obrigado pela sua contribuição enriquecendo os posts com os seus comentários. Gostaríamos apenas de acrescentar alguns esclarecimentos para o melhor entendimento dos irmãos leitores do blog.”

      E o irmão ainda diz que eu não procuro respeitar o entendimento das pessoas e dos credos?
      Mas, me parece que o que mais perturbou o irmão foi a questão sobre o corpo astral. Pessoalmente prefiro o termo períspirito e grande parte dos espíritas tambem o preferem, na codificação Kardequiana não se encontra a palavra “corpo astral” quem quiser utiliza-la que a utilize é livre para isso. Apenas procurei frisar que a doutrina não a utiliza preferindo períspirito pelas razões já expostas nos comentários anteriores.
      Não serei eu livre para preferir utilizar determinada palavra relacionada à minha religião? Se alguns espíritos utilizam corpo astral não sou obrigado a aderir, sigo apenas o que me parece racional. Assim como o caro irmão tambem é livre para concordar ou não.
      Desse modo, acredito que o caríssimo irmão foi quem se sentiu atingido na sua vaidade intelectual pelos comentários deste blogueiro. Pois a insistência em provar o seu ponto de vista é sintoma característico.
      Essa contenda sobre pontos de vista, que gira e não chaga a lugar nenhum, obrigando-me a repetir argumentos já torna-se enfadonho e não acrescenta nada de positivo aos internautas. Assim sendo, fiquemos com nossas opiniões e utilizemos nossos argumentos em algo que tenha uma utilidade mais fraterna e caridosa.

      Um grande abraço!

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